Tuesday, 10 August 2010
Uma autorização especial, nada burocrática
A família do Agro-V foi ter com o vizinho, que é polícia municipal no concelho ao lado, a pedir autorização para matar o porco em casa. Polícia é autoridade. Há de se perguntar às autoridades, para fazer tudo como deve ser, visto ter havido ali umas leis em relação a isso de matar o porco em casa. O polícia municipal, bem a par de que não tinha competência para dizer o que quer que seja (a não ser citar a lei que provavelmente desconhecia), entendeu a ansiedade que os tinha trazido para ali, teve compaixão, e deu a autorização. Ali logo, uma autorização verbal. E a família do Agro-V partiu feliz para a matança.
Sunday, 8 August 2010
Colonialismo pós-colonialista
Os colonialistas substituiram a palavra "atraso" por "pobreza", para poderem continuar o projecto colonialista sem ofender o bom tom.
Saturday, 17 July 2010
Problematização nula do abandono
Um entrevistando meu disse, numa entrevista em Agosto, 40ºC à sombra, água a pingar do ar condicionado no seu gabinete do ministério:
"O abandono agrícola toda a gente reconhece que é um problema. É como com o calor. Toda a gente sabe que é um problema. Mas fica por aí, não está na agenda política."
"O abandono agrícola toda a gente reconhece que é um problema. É como com o calor. Toda a gente sabe que é um problema. Mas fica por aí, não está na agenda política."
Thursday, 15 July 2010
Vem sentar-te comigo Lídia
Vem sentar-te comigo Lídia, à beira do rio.
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Ricardo Reis/Fernando Pessoa
Sossegadamente fitemos o seu curso e aprendamos
Que a vida passa, e não estamos de mãos enlaçadas.
(Enlacemos as mãos.)
Depois pensemos, crianças adultas, que a vida
Passa e não fica, nada deixa e nunca regressa,
Vai para um mar muito longe, para ao pé do Fado,
Mais longe que os deuses.
Desenlacemos as mãos, porque não vale a pena cansarmo-nos.
Quer gozemos, quer nao gozemos, passamos como o rio.
Mais vale saber passar silenciosamente
E sem desassosegos grandes.
Ricardo Reis/Fernando Pessoa
Agricultural and Rural Convention 2020
ARC é uma plataforma de discussão que pretende gerar uma mensagem comum da Sociedade Civil da UE para as Instituições Europeias sobre o futuro que queremos para a agricultura e para a Política Agrícola Comum (PAC), que está a ser reformada para o pós-2013. Participa!
http://www.arc2020.eu/
Monday, 12 July 2010
Friday, 18 June 2010
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